CANAı Agendar diagnóstico
Usinas de açúcar e álcool

A moenda avisa.
Agora alguém escuta.

Monitoramento de condição nos ativos que param a safra — mancais, redutor, desfibrador e o motor que aciona tudo. Hoje a falha aparece quando já parou; aqui ela aparece com dias de antecedência, com o lugar e a causa.

Retrofit em máquina analógica. Sem parar a moagem para instalar.

Desenho técnico de um terno de moenda: três rolos ranhurados, mancais, castelo hidráulico, redutor e motor elétrico.
70Saúde do terno
Vibração · redutor2,1 mm/s
Rolo superior · oposto62 °C ALERTA
Rolo de saída41 °C
Motor · carga74 %
O custo de não saber

Moagem parada é dinheiro queimando.

R$ 150 mil
o custo de cada hora de moagem parada numa usina de médio porte
R$ 1,2 mi
o prejuízo de uma única parada de 12 horas em plena safra
3.000
pontos de lubrificação por planta, controlados no papel
3× ao dia
é a leitura de temperatura possível na prancheta — o pico entre uma e outra ninguém vê

Fontes: EAEMAQ · CompreRural — safra 2025/26, usina de médio porte.

Do mancal ao diagnóstico

A máquina não precisa ser digital. O sensor é.

Um mancal de 1970 esquenta e vibra igual a um de 2025. A diferença é que hoje ninguém mede — se mede, é na prancheta, uma vez por turno.

01

Sensor no ponto crítico

Base magnética no mancal, no redutor, no rotor do desfibrador. Sem parar a máquina para instalar.

02

Temperatura, vibração e pressão

Sobem para a nuvem a cada poucos minutos, safra inteira, sem depender do CLP da planta.

03

A IA aprende o ativo

Cada mancal tem a assinatura dele. O modelo aprende a normalidade daquele ponto e nota quando ela muda.

04

O diagnóstico chega pronto

Qual ativo, qual lado, qual a causa provável e o que fazer na próxima parada programada. Não um gráfico para alguém interpretar.

Raio-X do maquinário

A saúde de cada ativo em uma tela — e o motivo escrito embaixo.

Gráfico não resolve nada sozinho. O que resolve é a leitura: qual rolo, que lado, desde quando, e o que fazer na próxima parada.

Monitoramento contínuoTemperatura, vibração e pressão por ativo — não 3 leituras de prancheta por dia.
Alerta com diagnósticoQual rolo, qual lado, causa provável e o que fazer na parada de domingo.
Copiloto da plantaPergunte como se pergunta a um colega; a resposta vem com o dado e a recomendação.
Reposição previstaÓleo e solda por ativo, com data — o pedido sai quando o desgaste pede.
Comparativo por ternoPicos do lado oposto contra o acionamento — a assimetria aponta onde agir.

Tela ilustrativa do conceito. Os valores são de exemplo.

A física do retrofit

Cada ativo pede um sensor diferente.

Quem chega propondo vibração em tudo não estudou a sua planta. O sinal que vale muda com a rotação.

Desenho técnico do rotor de um desfibrador de cana, com os martelos oscilantes e o motor elétrico.
Rotor do desfibrador — alta rotação, onde a vibração é o sinal mais limpo que existe.
Mancal de moenda4 a 6 RPM
Em rotação ultrabaixa a vibração clássica funciona mal. O que fala é temperatura e lubrificação — comparadas entre os quatro rolos do terno e entre os dois lados do mesmo rolo. A assimetria diz qual ponto está sofrendo e de que lado.
Motor elétrico e redutoralta rotação
Aqui a vibração triaxial entrega tudo. E um sensor de corrente no painel lê carga e torque reais da moenda sem encostar na máquina.
Martelo do desfibradordesgaste do revestimento
A solda dura arredonda com o uso, o martelo perde massa e desbalanceia. Isso aparece na vibração muito antes de aparecer no preparo da fibra — e diz a hora exata de repor solda.
Linha de lubrificaçãopressão 4–20 mA
Um transdutor na linha prova que o lubrificante chegou ao ponto. Hoje o que existe é temporizador: tempo de parada e tempo de injeção, sem nenhuma confirmação.
Ambientecalor, vapor, bagaço
Sensor industrial, bateria de 3 a 5 anos, fixação pensada para lavagem e poeira de bagaço. É onde hardware de prateleira falha.
Desenho técnico de uma colhedora de cana: esteiras, cortador de base, extrator primário e elevador.
Colhedora de cana — o dado começa no campo, antes de a cana chegar à esteira.
Do campo à moenda

O laço começa antes da esteira.

A mesma plataforma acompanha a colheita e a indústria — porque o que entra na moenda decide quanto ela sofre.

Colhedoras e frota canavieira monitoradas pela telemetria embarcada que a máquina já tem — horas, consumo, rotação do extrator, sem hardware exótico.

Impureza mineral é o pior inimigo da indústria. Areia que entra com a cana vira desgaste em martelo, friso e mancal — e hoje ninguém liga uma coisa à outra.

Campo e planta no mesmo dado: a qualidade do corte medida na máquina, o efeito medido no ativo. É o laço que nenhum fornecedor de sensor fecha.

O que ninguém mais faz

O alerta não é o fim. É o começo do pedido.

Monitorar é metade do trabalho. A outra metade é saber exatamente o que repor, quanto e quando — e isso ninguém que só vende sensor consegue fazer.

CONDIÇÃO

O ativo é medido

Temperatura por mancal, vibração no acionamento, corrente do motor, pressão na linha de graxa.

CONSUMO

O gasto é registrado

Quanto de lubrificante entrou em cada ponto e quanto de solda foi para cada martelo, por ativo e por safra.

REPOSIÇÃO

O pedido sai na hora certa

Não na parada programada de domingo por hábito. No ponto em que o dado mostra que precisa.

Uma plataforma de monitoramento avisa que o mancal vai falhar. A nossa diz quanto de óleo ele consumiu, se a graxa chegou, e quando pedir mais.

Copiloto da planta

Pergunte como se pergunta a um colega.

Sem relatório para garimpar nem painel para decorar. A resposta vem com o dado, o diagnóstico e o consumo daquele ativo na safra.

Como tá o rolo superior do 2º terno?
Lado oposto bateu 62 °C às 06h e segue subindo; o lado acionamento está em 43. É assimetria entre os lados do mesmo rolo — sugiro abrir o distribuidor do lado oposto e olhar o alinhamento na próxima parada.
E de óleo, quanto ele já consumiu na safra?
1.240 litros, 18% acima da média dos outros ternos. No ritmo atual, a recarga cai em 11 dias.
Quem está por trás

IA de ponta, provada onde parar não é opção.

A CANAi nasce da SageCore — a mesma plataforma de IA e telemetria que opera agora frotas críticas pelo Brasil, em campo, em tempo real. Não é protótipo: é tecnologia rodando.

3.310
veículos monitorados em tempo real, hoje, em operação
82 mi
de registros analisados por dia pela plataforma
35%
de redução de custo medida em manutenção, combustível e operação

SageCore é membro do Google for Startups Scale e do NVIDIA Inception.

Como começa

Um terno. Uma safra. Um número no fim.

O piloto começa com um levantamento na planta: contamos os ativos críticos, olhamos o que já existe de monitoramento e definimos o que instrumentar primeiro. Sem compromisso e sem parar a moagem.

Agendar diagnóstico contato@canai.com.br